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Concentração: Concentração é a arte de fixar a consciência numa idéia,
numa imagem que se alonga em nossa área mental. A
concentração é um ato mental.
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Relaxação: A
relaxação deverá ser completa: muscular e psíquica. Durante
a reunião, manter-se relaxado, respirar calmamente, tomar na cadeira uma
posição cômoda, solta, evitando contrair os músculos, para facilitar
um bem estar físico.
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Abstração: A
abstração quer dizer desligamento dos problemas outros que não digam respeito às finalidades da sessão; problemas domésticos,
profissionais, particulares, etc. A
relaxação proporcionando um bem estar fisiológico e a abstração
evitando tensões psíquicas, dão condições para que o indivíduo possa
focalizar seu pensamento em objetivos elevados.
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Elevação: Pensar
no bem, no amor, na caridade, nas virtudes que exornam o caráter do
verdadeiro cristão.
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Manutenção Vibratória:
Conseguida
a concentração após um preparo adequado pôr parte de todos os
componentes do grupo, é necessário manter-se o ambiente saturados de
elementos fluídicos favorecedores do intercâmbio com o plano espiritual. Mentalmente,
envolver a todos em pensamentos agradáveis, desejando-lhes o melhor que
se possa dar, como se a nossa mente estivesse emitindo forças e palavras
de conforto e esclarecimento.
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Concentração nos trabalhos
mediúnicos:
É importante frisar-se, que cada
trabalho desenvolvido na Casa Espírita, vai exigir um nível diferente de
concentração. Desta forma, um trabalho de irradiação, de passes, vai
exigir um nível intermediário de concentração, ou seja, àquele necessário
para fixar a pessoa que está presente ou à distância, vibrando pela
mesma; já o trabalho mediúnico, em si, exigirá um nível mais elevado
em termos de concentração, atingindo o seu ápice, nas comunicações,
sejam elas psicofônicas ou psicográficas.
Através
da concentração o médium conseguirá:
ÄPsicografia
– É a escrita sob a influência dos Espíritos.
Os Espíritos escrevem, impulsionando a mão do médium, seja por
uma forte intuição, por um controle parcial do centro motor e com ciência
do médium ou por uma ação mecânica absoluta.
ÄPsicofonia
– Fenômeno mediúnico que, associado ou não a outras modalidades da
mediunidade, possibilita a um Espírito falar através do aparelho fonador
do médium. À generalidade
destes dois últimos tipos de fenômenos intelectuais (psicografia e
psicofonia) tem-se denominado vulgarmente de “Incorporação Mediúnica”.
Ressalte-se, todavia, que não ocorre a “introdução” do Espírito no
corpo do médium, mas, sim, uma associação de seus fluidos com os do médium,
resultantes das faixas vibratórias em que se encontrem e que pela lei de
sintonia e da assimilação se identificam formando um complexo -
Emissor - (Espírito
– desencarnado) e Receptor
(médium).
ÄMédiuns
Psicofônicos ou Falantes
- É a faculdade que permite
aos Espíritos, utilizando os órgãos vocais do encarnado, transmitirem a
palavra audível a todos que presentes se encontrem. É a faculdade mais freqüente em nosso
movimento e possibilita o intercâmbio com o mundo extracorpóreo. É através dela que os desencarnados
narram, quando podem/desejam, os seus aflitivos problemas, recebendo dos
orientadores, em nome da fraternidade cristã, a palavra do esclarecimento
e da consolação. O
pensamento do Espírito antes de chegar ao cérebro físico do médium,
passa pelo cérebro perispirítico, resultando disso a propriedade que tem
o medianeiro, “em tese” de fazer ou não fazer o que a entidade
pretende. Também
os Mentores Espirituais, Espíritos trabalhadores da grande Seara do Pai,
utilizam esta possibilidade de intercâmbio para esclarecerem, orientarem,
confirmando a continuidade do labor nas duas esferas da vida. Obs:
- Os médiuns falantes, de maneira geral são intuitivos ou conscientes, sendo o intérprete ou
mensageiro. O estilo, o vocabulário, a construção das frases são suas,
mas a idéia é do Espírito. Os
médiuns psicofônicos semiconscientes
conservam o estilo e a idéia do Espírito que se
comunica e nos, psicofônicos inconscientes,
geralmente se exprime sem ter consciência do que diz e muitas vezes diz
coisas completamente estranhas às suas idéias habituais, aos seus
conhecimentos e, até, fora do alcance de sua inteligência. Embora se
ache perfeitamente acordado e em estado normal, raramente guarda lembrança
do que diz. Os médiuns
psicógrafos podem ser classificados em: a)
Médiuns Mecânicos –
O Espírito atua diretamente sobre a mão do médium, impulsionando-a. O
que caracteriza este gênero de mediunidade é a inconsciência absoluta,
por parte do médium, do que sua mão escreve. Ela se move sem interrupção,
enquanto o Espírito tem alguma coisa que dizer, e para, assim que ele
acaba. Neste tipo de mensagem, a escrita vem antes do pensamento. b)
Médiuns Intuitivos –
Neste caso, o Espírito não atua sobre a mão para movê-la, mas, atua
sobre a alma do médium, identificando-se com ela e imprimindo-lhe sua
vontade e suas idéias. A alma recebe o pensamento do Espírito
comunicante e o transcreve. Nesta situação, o médium escreve
voluntariamente e tem consciência do que escreve, embora não grafe seus
próprios pensamentos. Podemos dizer, que nestes casos, o pensamento vem
antes da escrita. C)
Médiuns Semimecânicos – Também denominados
Semi-intuitivos. Eles sentem que, à sua mão uma impulsão é dado, mal
grado seu, mas, ao mesmo tempo, têm consciência do que escrevem, à
medida que as palavras se formam. Nestes casos, o pensamento acompanha as
palavras. Os médiuns de
incorporação são classificados em conscientes, semi-conscientes e
inconscientes. Médium Consciente: É
aquele que durante o transcurso do fenômeno tem consciência plena do que
está ocorrendo. O Espírito comunicante entra em contacto com as irradiações
perispirituais do médium, e, emitindo também suas irradiações
perispirituais, forma a atmosfera fluídica capaz de permitir a transmissão
do seu pensamento ao médium, que, ao capta-lo, transmitirá com suas
possibilidades: capacidade intelectual, vocabulário, gestos, etc. O médium
age como se fosse um interprete da idéia sugerida pelo Espírito,
exprimindo-a conforme sua capacidade própria de entendimento. Médium
Semi-Consciente: Médium Inconsciente: Esta
forma de mediunidade e incorporação caracteriza-se pela inconsciência
do médium quanto à mensagem que por seu intermédio é transmitida. Isto
se verifica por se dar uma exteriorização perispiritual total do médium. Embora inconsciente da mensagem, o médium é consciente
do fenômeno que está se verificando, permanecendo, muitas vezes, junto
da entidade comunicante, auxiliando-a na difícil empreitada, ou, quando
tem plena confiança no Espírito que se comunica, poderá afastar-se em
outras atividades. A
mediunidade de psicofonia inconsciente é das mais raras no gênero. Para
que o médium se entregue plenamente confiante ao fenômeno dessa ordem,
é necessário que ele tenha confiança na sua faculdade, nos Espíritos
que o assistem e, principalmente, no ambiente espiritual da reunião que
freqüenta.
ÄBibliografia: * Apostilas do COEM – Centro Espírita Luz Eterna – 1.ª,
2.ª e 3.ª sessões de exercícios práticos.
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